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Cibersegurança torna-se uma tendência crucial para 2024

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Em meio à atual era digital as inovações tecnológicas não apenas se consolidaram como uma realidade esperada, mas também se tornaram cruciais para o progresso da sociedade. Anualmente, somos surpreendidos por avanços que não só moldam o cenário tecnológico, mas também impactam a sociedade em suas dimensões sociais, culturais e econômicas em escala global.

Três anos atrás, no início de 2020, surgiram termos inovadores como NFTs, Metaverso, Hiperautomação, entre outros. Embora essas tecnologias ainda sejam relevantes, em 2024, a ascensão proeminente da Inteligência Artificial Generativa (IA Generativa) ganha destaque, conforme apontado pela Gartner, principal consultora da Sec4U.

A IA Generativa se destaca por sua capacidade de criar uma variedade de dados, indo além do texto e se tornando uma ferramenta poderosa. Essa tecnologia impulsiona a inovação, automatiza tarefas criativas e oferece experiências personalizadas aos clientes.

Contudo, à medida que a IA Generativa redefine o cenário empresarial, a cibersegurança torna-se uma tendência crucial. Diante de cibercriminosos cada vez mais inteligentes, é necessário adotar uma estratégia cibernética constante e adaptável. Essa abordagem proativa não apenas responde aos desafios atuais, mas também antecipa as evoluções nas táticas dos cibercriminosos previstas para 2024.

Além disso, as tendências na computação em nuvem mantêm um ritmo acelerado de evolução no próximo ano, apresentando um cenário repleto de oportunidades e desafios para as empresas. A acessibilidade crescente da computação em nuvem, graças ao desenvolvimento de ferramentas de baixo código/sem código, democratiza o seu uso.

André Toledo, CEO da Sec4U, ressalta: “Em 2024, é fundamental que as empresas proporcionem plataformas Low-Code para uma transição digital segura, ofereçam relatórios minuciosos sobre os riscos empresariais e tenham um plano de ação constante para se manter à frente dos desafios. Isso não é apenas uma tendência de mercado, mas uma obrigação para garantir uma jornada digital mais segura para todos.”