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CI&T dobra de tamanho em 3 anos

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A CI&T, multinacional brasileira especializada no desenvolvimento e manutenção de sistemas, anuncia que encerrou 2013 com receita anual de R$ 200 milhões. O resultado fecha um ciclo agressivo de crescimento, projetado em 2010, quando a empresa definiu que dobraria de tamanho ao término dos três anos subsequentes.

“Foram três anos empolgantes! Vivemos a época onde software é peça fundamental na estratégia de inovação e eficiência em toda e qualquer empresa. É um momento único para os nossos clientes, quando a velocidade das mudanças vai “separar os homens dos meninos” em todos os setores, em escala global”, disse César Gon, Fundador e CEO da CI&T.

Segundo o executivo, a CI&T transformou o modo como vinha atendendo o mercado. “O primeiro passo foi definir estratégias específicas para cada um dos nossos principais mercados: Brasil, Estados Unidos e Japão. Cada um desses países têm uma cultura de negócios e uma maturidade diferente quando o assunto é TI, mas todos têm algo em comum: precisam e muito de soluções inovadoras em software”, completou.

No Brasil, o principal foco da empresa em 2013 foi a criação de unidades específicas para atuação por indústria, priorizando os segmentos de seguros, bancário, varejo e serviços. Essa verticalização permitiu à CI&T personalizar o atendimento e aumentar o valor gerado por suas soluções. César Gon destacou ainda que os ganhos são enormes quando você consegue conciliar uma entrega técnica de alta qualidade com conhecimento específico do negócio de cada cliente.

A CI&T também reportou expressivo crescimento de sua carteira de clientes internacionais. “Depois de um primeiro semestre bastante morno na arena internacional, tivemos um segundo semestre com ótima retomada dos investimentos, principalmente nos EUA”, comentou o executivo.

Assim, a empresa registrou que 30% das receitas geradas em 2013 foram provenientes de mercados internacionais. “Estamos entrando no décimo ano do nosso processo de internacionalização, que começou em 2004. Tenho uma visão pragmática: as empresas que não forem competitivas internacionalmente irão desaparecer ou ficarão enjauladas em nichos. Exportar é uma janela para o futuro, uma oportunidade de conhecer e aprender com a real competição da indústria, onde inovação e diferenciação são cruciais. E nenhuma indústria conhece tão poucas barreiras geográficas como a TI. No longo prazo, ou você se torna globalmente competitivo ou estará fora do mercado”, ressaltou Gon.

A oferta da CI&T para os mercados mais maduros, como Estados Unidos e Japão, é muito aguda no uso de tecnologias disruptivas como mobile, cloud computing, analytics e social. “Empacotamos essas competências em torno do que chamamos de CI&T Digital. A receptividade do mercado foi imediata: essa já é a nossa oferta com maior crescimento e isso deve se acentuar nos próximos três anos”, declarou César.

Para os próximos três anos, a meta da CI&T é dobrar novamente. “O jogo está apenas começando. A revolução do software está em marcha e é muito bom estar ao lado dos nossos clientes e no centro dessa transformação. Ganha o jogo quem aprende mais rápido e acredito muito no time da CI&T. Temos a cultura, os processos e recursos para continuar nossa jornada de crescimento e inovação”, concluiu.