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Governo anuncia política nacional e escola de segurança e defesa cibernética

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exercito-ciberdefesa1Começou ontem (22), em São Paulo, a quinta edição do Security Leaders – Congresso, Exposição e Premiação de Líderes e Profissionais de Segurança da Informação e Risco. Um dos destaques do primeiro dia foi o encontro da imprensa com Raphael Mandarino Jr. (chefe da Divisão de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional-GSI, da Presidência da República), Carlos Sobral (delegado de Crimes Eletrônicos da Polícia Federal), Paulo Sérgio Melo de Carvalho (general de Divisão e chefe do CDCiber – Centro de Defesa Cibernética do Exército Nacional) e Emerson Wendt, delegado da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Dois anúncios foram feitos pelos especialistas. Primeiro, a criação de uma política nacional de segurança cibernética e, depois, a formação da escola nacional de defesa cibernética.
Sobral, da Polícia Federal, ressaltou a necessidade de o Brasil avançar na estratégia nacional de segurança cibernética. “No campo normativo e estrutural tivemos avanços nos últimos, mas agora, é preciso formular e implantada essa política nacional, em médio prazo, com a participação de entidades públicas e empresas privadas”.

Na visão de Mandarino Jr, do GSI, o momento é propício para a iniciativa, aproveitando o êxito do trabalho promovido em grandes eventos, realizados no Brasil nos últimos anos, como a Rio+20 (2012), Jornada Mundial da Juventude (2013), Copa das Confederações (2013) e Copa do Mundo (2014).
Sensibilizar e capacitar
O general Carvalho afirmou que a Universidade de Brasília (UnB) está elaborando o projeto executivo da escola nacional de defesa cibernética. “Pensamos em quatro pontos fundamentais. Sensibilizar e conscientizar a sociedade e formar e especializar profissionais na área”.

Na opinião de Mandarino Jr., do GSI, a criação dessa escola nacional é vital. “Hoje, a maior fragilidade nas questões de defesa cibernética é a capacitação de pessoas. Os ataques se multiplicam por causa da deficiência na capacitação de pessoal”.

Para Wendt, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, o usuário precisa ser educado ciberneticamente. Todos concordaram que esse tipo de problema cresce, a partir do momento que o acesso à Internet também se torna mais fácil. “É muito bom que mais pessoas tenham acesso à web, mas é fundamental combater as dificuldades que surgem disso, com soluções cada vez mais rápidas”, explica Sobral.

Internet das coisas
Hoje (23/10), no segundo dia do Security Leaders 2014, temas como Big Data e Internet das coisas estarão em discussão. Às 14h será realizado um painel que tratará de gestão de crises e como a Internet das coisas pode comprometer a proteção empresarial. Estarão presentes, Cesar Oliveira (gerente global de Segurança de TI da Vale), Gabriel Catropa (CTO de Cibersegurança da HP), Jacson Barros (CIO do Hospital das Clínicas), Julio Urdangarin (diretor de operações da InplanRio), Paulo Vassalo (diretor de Governança de TI da Leroy Merlin) e Theo Thomazini (CSO da Novelis).

Catropa, executivo da HP, utilizará  casos reais e recentes para explicar a importância do gerenciamento tanto interno quanto externo da crise. Ele também falará  como as empresas precisam se preparar para as crises cibernéticas.

Security Leaders

Realizado pela Conteúdo Editorial, o Security Leaders debate Segurança da Informação que desafia as diretrizes de proteção corporativa. A quarta edição do evento, em 2013, reuniu 1.500 participantes entre público presencial e on-line para acompanhar 10 painéis de debates, seis apresentações de case de sucesso e cinco keynote speakers, além da exposição e networking.

Um dos pontos mais importantes do evento é a presença dos profissionais C’Levels de segurança. Foram 80 painelistas de empresas de diversos segmentos de negócio, como finanças, varejo, indústria e governo. O Security Leaders 2013 contou com a participação de 29 empresas expositoras. Entre os patrocinadores destaque para 3CON, CA Technologies, IBM, Dell, Módulo, Oracle, Palo Alto Networks, Proof, Trend Micro, Varonis, Centrify, Contacta, Firemon, Leadcomm, McAfee, RSA, Secure 1 Technology, Thales, GC Security, SafeNet, Tivit e TRTEC. No espaço inovação, o evento contou com a presença das empresas Clavis, e-trust, Qualitek e SafeWay.

Também pelo quarto ano consecutivo, o Prêmio Security Leaders valorizou o trabalho dos profissionais e líderes de Segurança e Risco de todas as empresas com sede no Brasil. A edição de 2013 premiou 16 líderes de Segurança da Informação e reconheceu os melhores cases de sucesso nessa área.


SERVIÇO
Security Leaders 2014
22 e 23 de outubro de 2014
Centro Fecomércio de Eventos – São Paulo (SP)
www.securityleaders.com.br