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Microsoft vai acabar com as senhas

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A Microsoft tem planos para dar segurança aos logins dos usuários por com o aplicativo Microsoft Authenticator e assim acabar com o uso de senhas ao menos para os seus produtos. O Microsoft Authenticator fornece suporte para aplicativos conectados ao Azure AD, permitindo que os clientes acessem os serviços sem o uso de senhas. A mudança faz parte de um conjunto de atualizações de segurança a serem anunciadas no evento anual Microsoft Ignite 2018, que começou dia 24 e só termina amanhã.

O vice-presidente de segurança, Rob Lefferts, afirmou que a Microsoft estava marcando “o fim da era das senhas”. Isso será feito estendendo o aplicativo multifuncional Microsoft Authenticator para o Azure Directory (AD). Qualquer rede que use o AD para autenticar pessoas agora poderá oferecer a esses usuários a opção de usar o Authenticator para fazer login por meio de um PIN, impressão digital ou verificação facial num dispositivo iOS ou Android.

Assim, será possível acessar a conta se quem tiver em mãos seu telefone e um PIN válido para o aplicativo Authenticator , por exemplo. Se a pessoa tiver o aplicativo em execução no dispositivo móvel e fornecer os detalhes extras corretos – um PIN, verificação facial, etc -, o acesso será concedido à conta por meio do AD. “Usando um método de login com vários fatores você pode reduzir o comprometimento em 99,9% e pode tornar a experiência do usuário mais simples, eliminando as senhas”, declarou Lefferts.

A empresa anunciou também uma nova solução projetada para ajudar a “proteger, detectar e remediar” ameaças cibernéticas, combinando proteção avançada contra ameaças e correção automática, protegendo assim e-Mails, PCs, identidades e infraestrutura, tudo numa única experiência integrada. O serviço usa inteligência artificial para acelerar detecções e eliminar ameaças com mais rapidez.

“Todos os dias a Microsoft processa e analisa mais de 6,5 trilhões de sinais”, disse Frank Shaw, vice-presidente corporativo de comunicações da Microsoft.  Administramos um Centro de Operações de Defesa Cibernética, hackeamos nossas próprias defesas, perseguimos cibercriminosos e bloqueamos mais de 5 bilhões de ameaças de malware diferentes a cada mês”, afirmou.