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Proposta a restruturação da carreira de Analista em TI do Governo Federal

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O Governo Federal vai tentar resolver a sua carência de analistas de tecnologia da informação com duas medidas: a reestruturação da carreira e a abertura de um novo concurso. Atualmente, 115 dos 238 órgãos que dependem da força de trabalho dos Analistas em Tecnologia da Informação não contam com um único analista, segundo informações da ANATI, a Associação Nacional dos Analistas em Tecnologia da Informação. A solução debatida no dia 26 de Abril em reunião da ANATI com o Secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, o Diretor do SISP, Luiz Monfardini e os gestores de TIC do Governo Federal.

O objetivo da reunião foi formalizar a entrega da proposta de reestruturação da carreira de ATI e a realização de um concurso para preenchimento de cargos. Essa notícia foi adiantada em 18/04, pela Ministra Esther Dweck, durante o evento “Protagonismo da Mulher na Gestão de TI do Governo Federal”.

“No evento do dia 18/4, a Ministra falou que entende a importância da tecnologia para as políticas públicas e que vai valorizar a carreira. Traçamos alguns cenários, desenhados a 4 mãos com a SGD, e escolhemos um deles que a gente entende que é o que vai prosperar”, defendeu Thiago Aquino, presidente da Anati.

Durante a reunião, chegou-se a proposta de que a carreira de ATI terá 13 níveis, a remuneração será composta por VB+GDATI+RT (Retribuição por Titulação), com salário inicial em torno de R$ 16.300,00 e final de R$ 25.200,00 + RT.

O novo concurso deverá preencher 205 novos cargos, medida que pretende atrair especialistas em TI e resolver o problema de evasão da carreira, que hoje já ultrapassa 50% de turnover, o maior índice do Poder Executivo. Atualmente, muitos ATIs deixam seus cargos por melhores ofertas de trabalho no setor privado, com salários mais atrativos e com possibilidade de atuação internacional.

A reestruturação do cargo e os novos concursados devem fortalecer ainda mais o país, oferencendo à sociedade, de forma eficaz e eficiente, a digitalização de serviços públicos.

Para que isso seja possível, o Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a ANATI conduzirão esse processo alinhados com o atual Governo perante o Congresso Nacional para a adequada aprovação do orçamento e estratégia.

“A gente precisa construir a solução de um problema que não é trivial. Estamos mergulhados em cima desse processo e a ministra determinou que ‘precisamos achar uma solução para isso’. Tem um compromisso da minha parte de encaminhar a situação com a área de Pessoas. O assunto não está parado”, afirmou o Secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas.