Hackers iranianos alegam ter derrubado energia em Israel
Ransomware atinge empresa de logística no Brasil
USP, UFRJ e UFMG sob ataque de negação de serviço
Pane de rede retardou produção na Volkswagen
Site da Prefeitura de Suzano (SP) está fora do ar
DDoS atinge subdomínio da NASA

Assine nossa newsletter Premium e ganhe acesso ao grupo de WhatsApp In_Cyber.
Conheça também a versão Básica

Salários de executivos de segurança sobem 17%

Share on linkedin
Share on twitter
Share on facebook

Salários de executivos de segurança sobem 17%Os cibercrimes têm causado prejuízos financeiros em grande escala aos internautas domésticos de todo o mundo. De acordo com o relatório de Tendências de Segurança Cibernética, elaborado pela Symantec em conjunto com a Organização dos Estados Americanos (OEA), somente no ano de 2013 a perda chegou a US$ 113 bilhões.

Se analisadas as contas empresariais e de Governo, a cifra é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Estratégicos Internacionais (CSIS), as maiores economias do mundo são as mais prejudicadas pelos cibercrimes. Juntos, EUA, China, Alemanha e Japão perdem cerca de US$ 200 bilhões por ano.

Diante desse cenário, as incorporações têm investido de maneira mais sólida no departamento de segurança cibernética e o cargo de CSO (Chief Security Officer), o responsável pela segurança das informações, tem ganhado notoriedade nos últimos anos. “Apesar de a posição já existir no Brasil há mais de uma década, nos últimos três anos tem sido demandada com mais frequência e expectativa”, comenta Eric Toyoda, diretor e sócio da Asap Recruiters, empresa especializada em recrutamento e seleção de executivos.

O cargo de CSO nasceu de uma necessidade específica das empresas, preocupadas com a segurança de suas informações não apenas na área de sistemas, mas também de processos e ambientes. “As empresas, sobretudo dos segmentos das telecomunicações, mercado financeiro e comércio eletrônico, aumentam cada vez mais suas expectativas sobre esses profissionais, uma vez que a confidencialidade das informações de seus clientes é extremamente estratégica e em caso de falha pode gerar crises de relações públicas, afetando diretamente a imagem e a reputação”, analisa Toyoda.

O profissional também assume a responsabilidade de gerir toda a parte de projetos de segurança interna, além de coordenar equipes de especialistas no intuito de implantar soluções e rotinas mais adequadas dentro de cada Companhia. Com esse escopo e diante da escassez de força de trabalho qualificada, a posição tem ofertado em 2014 um incremento salarial na média de 17% maior que o ano anterior, de acordo com números da Asap.