Hackers iranianos alegam ter derrubado energia em Israel
Ransomware atinge empresa de logística no Brasil
USP, UFRJ e UFMG sob ataque de negação de serviço
Pane de rede retardou produção na Volkswagen
Site da Prefeitura de Suzano (SP) está fora do ar
DDoS atinge subdomínio da NASA

Assine nossa newsletter Premium e ganhe acesso ao grupo de WhatsApp In_Cyber.
Conheça também a versão Básica

Saúde é o maior alvo em todo o mundo

Share on linkedin
Share on twitter
Share on facebook
mcafee labs threat report
Clique para fazer download

A McAfee publicou hoje seu Relatório do McAfee Labs sobre Ameaças: Setembro de 2017, com base em dados obtidos na sua rede de telemetria (formada pelos dispositivos que ela protege em todo o mundo) durante o segundo trimestre deste ano. A conclusão mais importante é que o setor de saúde ultrapassou o setor público em número de incidentes de segurança, com 26% do total; a segunda é que o trojan Faceliker elevou o perigo de contaminação por malware nas redes sociais, especialmente no Facebook: o Faceliker estava em 8,9% das 52 milhões de amostras de malware detectadas. Esse Trojan infecta o navegador do usuário e seqüestra seus “likes” para uso em páginas ou perfis que o proprietário da conta provavelmente nunca viu. “Likes” são uma mercadoria, vendida na internet a empresas ou pessoas interessadas em promover-se com rapidez.

 

Atividade

No segundo trimestre de 2017, a rede McAfee Labs Global Threat Intelligence registrou tendências notáveis de crescimento das ameaças cibernéticas e incidentes de ataques cibernéticos em todos os setores de atividade:

  • Incidentes de segurança. Foram 311, representando aumento de 3% em relação ao primeiro trimestre; 78% ocorreram nas Américas.
  • Verticais Alvos. Saúde, educação e setor público representaram mais de 50% do total de incidentes em 2016-2017 em todo o mundo.

o   América do Norte Os ataques ao setor de saúde lideraram os incidentes de segurança do segundo trimestre nas Américas.

o   Ásia-Pacífico. Na Ásia, o setor público liderou os incidentes comunicados no segundo trimestre, seguido pelos setores de serviços financeiros e tecnologia.

o   Europa, Oriente Médio e África. Na Europa, o setor público liderou substancialmente no segundo trimestre, seguido por entretenimento, saúde, finanças e tecnologia.

  • Vetores de ataque. O sequestro de contas liderou entre os vetores de ataque divulgados, seguido por DDoS, vazamentos, ataques dirigidos, malware e injeções de SQL.
  • Malware em geral. O número de novas amostras de malware cresceu no 2º trimestre, atingindo 52 milhões, um aumento de 67%. Este aumento do número de novos malwares no 2º trimestre se deve, em parte, a um aumento considerável do número de instaladores de malware e ao cavalo de Troia Faceliker. O número total de amostras de malware cresceu 23% nos últimos quatro trimestres, chegando a quase 723 milhões de amostras.
  • Ransomware. Novas amostras de ransomware aumentaram acentuadamente mais uma vez no segundo trimestre, em 54%. O número total de amostras de ransomware cresceu 47% nos últimos quatro trimestres, chegando a 10,7 milhões de amostras.
  • Malware móvel. O total do malware móvel cresceu 61% nos últimos quatro trimestres, chegando a 18,4 milhões de amostras. O número mundial de infecções em aparelhos móveis aumentou 8% no segundo trimestre, sendo a Ásia a região mais afetada, com 18%.
  • Malware para Mac. Com o declínio do excesso de adware, o malware para o Mac OS voltou aos níveis históricos, aumentando apenas 27 mil no segundo trimestre. Ainda pequeno em comparação às ameaças para Windows, o número total de amostras de malware para Mac OS aumentou apenas 4% no segundo trimestre.
  • Malware de macro. O número de novos malwares de macro aumentou 35% no segundo trimestre. Noventa e uma mil novas amostras aumentaram o número total geral de amostras para 1,1 milhão.
  • Campanhas de spam. O botnet Gamut assumiu novamente a liderança em termos de volume durante o segundo trimestre, continuando sua tendência de distribuição de spam relacionado a empregos e produtos farmacêuticos falsos. O botnet Necurs foi o mais perturbador, distribuindo vários golpes de valorização e venda de ações durante o trimestre.